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Odsson Ferreira
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Período Babilônio Antigo
1894 - 1595 a.e.c.
 
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Referências Bibliográficas

O período babilônio Antigo | Referências Bibliográficas

 

 

 

O período Babilônio Antigo

O Período que vai de 1894 a 1595 a.e.c. é chamado Período Babilônio Antigo. É um período bom e tranqüilo até o reinado do célebre Hammurabi. O nome sumério para a pequena vila da Babilônia era Kandingirra. Durante todo o terceiro milênio era apenas uma pequenina cidade suméria, insignificante, muito inferior a uma cidade vizinha, a famosa Acádia nos seus primórdios. A mais antiga menção de Babilônia foi observada em inscrições de tabuinhas no reinado de Shar-Kali-Sharri da Acádia, bisneto de Sargão, o Grande. A Babilônia nesses primórdios pode não ter sido uma cidade-estado independente até a época em que os amoritas a capturaram. Sob o governo amorita, o acadiano foi tomado a língua oficial e os textos semitas freqüentemente inseridos nos textos. Foram escritas novas epopéias. Seu deus tutelar, Marduk, era originalmente uma pequena divindade solar. Marduk era capaz de ganhar a supremacia por numerosas razões. Primeiro, desde a “conquista” semítica da Suméria e a perda do prestígio de Nippur e Enlil, isso era realmente possível. Segundo os babilônios que tinham Anu e Enlil, conferiam esta honra ao deus Marduk, de modo a torná-lo legitimo aos olhos do povo. Enlil pode ter perdido sua prerrogativa real, mas era ainda reverenciado. Terceiro, isto foi feito porque a Babilônia era a capital e isso fazia sentido para que a capital política pudesse ser também a capital religiosa. Este fato provavelmente ocorreu mais tarde sob o poder dos cassitas, mas talvez tivesse acontecido mais cedo.

A primeira dinastia começou em 1894 a.e.c. com o rei amorita Sumu-Abum que ocupou a cidade e declarou a sua independência. Sua preocupação inicial foi construir uma grande muralha ao redor da cidade que, infelizmente, ficou inacabada quando da sua morte. Seu sucessor foi Sumu-La-El que saqueou Kish. No seu reinado apareceu a mais antiga referencia ao deus Marduk nas tábulas descobertas pelos arqueólogos; este rei escavou canais e fez construir um trono de ouro e prata “para sublime escabelo do deus Marduk”. Foi depois atacado por Sin-iddinam, de Larsa, mas sem graves conseqüências. O próximo rei foi Sabium (1844-1830 a.e.c.), filho de Sumu-la-El, derrotou e matou Silli-Adad de Larsa em combate; dedicou-se a grandes obras de paz e construiu o primeiro Esaguila (“casa da Cabeça Alta”) e o Entemenanqui (“Casa do Fundamento do Céu e da Terra”), que foi a primeira Torre de Babel. Antes do aparecimento de Hammurabi ainda houve dois reinados: o de Apil-Sin, em 1831 a.e.c., e a de Sin-Muballit, em 1813 a.e.c; este foi o último rei babilônio a ter um nome acadiano; combateu Rim-Sin I de Larsa, mas foi vencido em campo de batalha.

Em Larsa usurpara o poder Warad-Sin (1835 a.e.c.), filho de um elamita ou de um amorita com nome elamita, que controlava os amoritas entre o rio Tigre e os montes Zagros. Sua atuação foi a de um rei da Mesopotâmia, e não de um estrangeiro invasor. O irmão Rim-Sin lhe substituiu.

Em Eshnunna Ibiq-Adad II, rei em 1860 a.e.c, resolveu acabar com as perdas territoriais progressivas. Ele começou um novo período de expansão e, por isso, foi chamado de “Alargador de Eshnunna”. Em 1.830 a.e.c. assumiu o trono o rei Naram-Sin (nenhuma relação com o antigo rei acadiano, de mesmo nome). Controlou as regiões do vale até Mari; conquistou e controlou a Assíria. A seguir veio Dadusha.

Em 1970 a.e.c a velha e gloriosa Uruk, a Erech bíblica, a terra do herói Gilgamesh, é palco da decadência durante a 6ª e última dinastia uruquita. Seus 7 reis de Sin-Kashid até Nabi-llishu, foram todos vassalos de Larsa.

Irra-Imiti o rei de Isin em 1869 a.e.c, era um usurpador, agora confinado em Isin, cujos governos anteriores já tinham perdido várias cidades. A última perda, sob Irra-Imiti, fora Nippur. Acontece que havia um ritual mesopotâmico no qual caso houvesse um mau sinal no governo, excepcionalmente (e esta última perda era um mau sinal), um popular era posto no trono; a seguir, era assassinado no dia seguinte, como bode expiatório, em vez do verdadeiro rei. Então foi escolhido o bode expiatório, cujo nome era Enlil-Bani. Mas ele não morreu, porque Irra-Imiti, no mesmo dia, após beber uma sopa muito quente, passou mal e faleceu. A corte decidiu deixar o homem do povo no trono, que governou de 1861 a 1837 a.e.c. Zambijah substituiu Enlil-Bani e, a seguir, conforme a Lista do Reis, foram governantes Iter-Pisha, Urdukuda, Sin-Magir e Damiq-llishu que foi dominado por Rim-Sin I de Larsa).

O rei Ibiq-Adad Ii ~96 expandiu Eshnunna, a ponto de seus sucessores Naram-Sin e Dadusha conquistarem a Assíria e Mari. Naram-Sin, que ficou como rei de Eshnunna ate 1805 a.e.c, foi para a Assíria para governar, onde ficou por mais de 10 anos, e deu seu lugar a Erishum II (rei da Assíria e vassalo da Suméria até 1809 a.e.c, que foi deposto por Shamshi-Adad I, filho do rei lla-Kabkabu da pequena cidade-estado de Ekallatum, situada entre Assur e Nínive. Quando Naram-Sin de Eshnunna conquistou a Assíria, também capturou Ekallatum, e Shamshi-Adad I fugiu para Babel. No momento apropriado retornou e retomou Ekallatum (1815 a.e.c.). Seis anos mais tarde Shamshi-Adad conquistou Assur e empreendeu uma vigorosa campanha de expansão. Atacou e derrotou o Sheik (Xeque ou Xá) dos simalitas, o pai de lahdun-Lin, futuro rei de Mari. Tomou da Babilônia terras de Mari. Em 1796 a.e.c., Shamshi-Adad instalou um dos seus filhos como rei de Mari. Obteve o título de “Rei Total” e seu reino constituiu-se de um absolutismo patriarcal. Esse reinado e considerado pelos historiadores como o Primeiro império Assírio. O historiador George Roux afirma que esse reinado deveria ser chamado “Reinado da Mesopotâmia Superior”, porque os homens de Assur não desempenhavam qualquer papel no governo. Shamshi-Adad I figura na Lista dos Reis Assírios, mas ele era um usurpador e, por isso, foi rejeitado pela tradição assíria.

Oito anos antes de Shamshi-Adad tomar Ekallum, em Larsa, o irmão de Warad-Sin, Rim-Sin ocupou o trono da cidade-estado, a fim de desfrutar um reinado dos mais longos na Suméria, que foi de 1823 a 1763, perfazendo 60 anos de governo. Em 1794 Rim-Sin I derrotou a Babilônia, conquistou Isin e dominou toda a Suméria. Todavia, 7 anos depois (1787 a.e.c.) a Babilônia, sob a poder de Hammurabi, invadiu Isin conquistando-o. Mas Hammurabi falhou em tomar Uruk. Em 1779 a.e.c. a Babilônia e Larsa assinaram um tratado de paz. Rim-Sin I de Larsa foi o último monarca sumério a clamar à divindade. Além disso, seu reino foi o último a florescer a cultura suméria. Praticamente Larsa era conquistada por sua “aliada” Babilônia.

Em 1792 quando Isin já era uma cidade decadente o grande rei amorita Hammurabi assumia o poder na Babilônia. Hammurabi era o 6° rei da primeira dinastia dos amoritas na Babilônia. Antes, foi vassalo da dinastia amorita de Larsa. Fora um grande construtor de canais e templos. Promoveu a religião, em particular o culto de Marduk, o Deus local como chefe do panteão. A cultura babilônia que surgiu durante o seu reinado foi duradoura e constituiu uma fusão de elementos sumérios e acadianos. Hammurabi, pois, difundiu largamente a cultura: extensas coleções de tabuinhas foram elaboradas e escritos sumérios foram traduzidos para o Acádio, inclusive obras filológicas, lexicográficas, astronômicas, matemáticas e religiosas, e as epopéias de criação do homem, as de Gilgamesh e de Atrahasis, além de assuntos pertinentes a magia e ao vaticínio. Sua coleção de leis (Código de Hammurabi) demonstrou seu grande interesse pela organização e pela sociedade. Esse código gravado em estela de diorito, que se encontra no Museu do Louvre, foi descoberto em Susa no começo do século XX pelos arqueólogos, a estela fora um troféu de guerra dos elamitas.

 

Na sua ascensão Hammurabi apenas controlava uma pequena área da Babilônia, Sippar e as regiões circunvizinhas. Em seus primeiros anos de reinado promoveu a estabilidade interna e a prosperidade. Promulgou o famoso código de leis tão conhecido dos legisladores e historiadores.

Em 1792 a.e.c. Hammurabi invadiu o sul da Suméria e capturou Isin. Tentou tomar Uruk, sem êxito. A seguir, formou uma coalizão com Larsa e Mari de 1779 a 1764 a.e.c. para engajar uma guerra contra Assur, Elam e os povos montanheses. Em 1770, quando o rei Ibal-Pi-El II, que substituíra, em 1789, Dadusha, governava Eshnunna, Hammurabi saqueou a cidade com as suas trapas procedentes dos territórios de Mari e Elam. Mas a coalizão não ocupou Eshnunna. Por isso Ibal-Pi-El II pôde capturar Ekalatum, da Assíria, que tinha sido saqueada pelos elamitas. Em 1764 a.e.c Hammurabi esmagou um exército invasor constituído de elamitas, assírios, gútios e sumérios de Eshnunna. No ano seguinte, encorajado por um oráculo, capturou Larsa. Assim, varreu a Suméria de todo a mapa político. Foi o fim da Suméria em 1763 a.e.c, com nova vitória sobre outra coalizão de Eshnunna (a última cidade suméria a oferecer resistência) com Elam, Assíria e Gutium. Após derrotar definitivamente Eshnunna, Hammurabi alcançou a fronteira assíria. Mas o crepúsculo da Suméria durou até 1647 a.e.c.

Nessa época, Hammurabi voltou-se contra o seu bom amigo Zimri-Lim, com o qual fizera um tratado de aliança, tornando Mari um vassalo da Babilônia. No entanto, Mari se revoltou. Então, a rei babilônio retornou para destruir totalmente a cidade. Em 1755 a.e.c, a Assíria foi invadida e se transformou em nação tributária da Babilônia, durante o reinado do rei assírio Ishme-Dagan I filho de Shamshi-Adad. Este rei fora derrotado pelo exército de Zimri-Lim, de Mari. Como vassalo de Hammurabi ele controlou a faixa de terra ao longo do rio Tigre, entre Nínive e a Babilônia.

Apenas a Síria resistiu ao avanço babilônio. Hammurabi construíra um império, que durou mais de um século e meio. Foi conferido a Hammurabi a titulo de “Rei da Suméria e Acádia, Rei dos Quatro Cantos do Mundo”. As conquistas de Hammurabi deram a cidade da Babilônia uma importância política e cultural que nunca tivera antes. E o elemento sumério da Babilônia predominava, tomando, em última análise, a cultura suméria influente até a fim da Idade do Ferro no Período Neobabilônico.

Aproxima-se o fim definitivo da Suméria. Quando Hammurabi adoeceu seriamente ocorreu um sentimento de esperança na Suméria. Pairavam conspirações para uma insurreição. O filho de Hammurabi, Samsu-lluna passou a controlar a Babilônia. Mas quando ocorreu a morte do rei em 1750 a.e.c, seu filho assumiu o trono. Explodiu então a revolta. Era o começo da desintegração do império. Samsu-lluna perdeu tudo, e só restou a própria Babilônia, apesar de sua luta tenaz. Aproveitando-se da situação, Rim-Sim II, um aventureiro que se torvara rei de Larsa, tentou despertar a Suméria destroçada e adormecida, e rebelou-se contra a Babilônia. De nada adiantou, os babilônios na luta ao longo dos limites entre Suméria e Elam capturou Rim-Sin II e o executou. Não foi somente Larsa a insurrecta, mas ainda Isin, Eshnunna e Uruk. O rei de Eshnunna, Igishi-Tishpak-Anni, foi estrangulado pelo filho de Hammurabi, Samsu-lluna, que, para retaliar a desobediência da antiga cidade suméria, destruiu as muralhas de Ur e incendiou a cidade. O mesmo aconteceu com Uruk. Elam se aproveitou da destruição para arrebatar de Uruk a estátua sagrada da deusa Inanna, Levando-a de volta a Susa.

Fora fundada uma segunda dinastia babilônia, sem a consideração da dinastia de Hammurabi, em 1732 a.e.c.

Foi denominada “Dinastia do Terra-mar” (terra do mar) (“Sealand”), que era a província da região pantanosa do Golfo Pérsico (em verdade a sul de uma ex-Suméria ou uma futura Caldéia). Seus governantes se chamavam “Reis do Terra-mar”. Pouco se conhece dessa dinastia, com caráter de confederação. O governante Iluma-Ilum ou Ilimam tinha sido o fundador da dinastia e clamava ser descendente do último rei de Isin, Damiq-Ilishu, vassalo de Larsa ate 1794 a.e.c. Ele queria libertar as cidades sumérias até Nippur e levantou a bandeira Isin da independência. Eram tentativas desesperadas de salvar a Suméria. Na mesma época a Assíria se levantou e conquistou a sua independência.

O exército do povo cassita, habitantes indígenas do Iran, além das montanhas Zagros, ao sul de Hamadan, tentou vários ataques contra a que sobrava no sul da Mesopotâmia, mas sempre batiam em retirada.

A pressão militar e política contra a Babilônia era um problema. A chamada 2ª dinastia babilônia era um divisor. Parecia existir uma Babilônia do Norte e uma Babilônia do Sub (Sealand), esta sempre acossada pela superioridade do Norte. Samsu-Iluna temia um desastre político, econômico e ecológico (sobrevieram um século depois): para compensar as perdas de receita financeira das províncias perdidas, os grandes comerciantes se passavam por banqueiros e faziam empréstimos aos pequenos negociantes e agricultores. Estes por sua vez não podiam honrar os seus compromissos, de modo que sobrecarregavam o trabalho da terra, a fim de poder cumprir os pagamentos. No processo, porém, eles ignoravam as normas do cultivo, e a terra se tornava progressivamente improdutiva. O filho de Samsu-Iluna, Abi-Eshuh como novo rei (1717 - 1712 a.e.c), impediu um ataque cassita, mas cedeu a um acordo para receber imigrantes para o trabalho agrícola. Nas suas divergências com a “Seaband”, Abi-Eshuh tentou capturar a falso rei Iluma-Ilum mas este se refugiou nos pântanos do litoral, onde continuou ousadamente a governar a Suméria agonizante. O sucessor de Abi-Eshuh foi Ammi-Ditana (1684 - 1647 a.e.c.) que conseguiu recapturar Uruk, Isin e Larsa, o que acabou de vez com a Suméria, acontecimento fatal que foi mantido até a queda da dinastia de Hammurabi, e nos próximos períodos da história da Mesopotâmia. Em 1647, Ammi-Saduga, novo rei babilônio, publicou o “Edital da Justiça”, que instituiu reformas, inclusive suspensão dos impostos por alguns poucos anos e a abolição da prisão por dívidas. Ele tentou deter a dificuldade econômica, mas não teve sucesso. Sob o próxima governo, de Samsu-Ditana em 1626 a.e.c. os hititas tomaram a Babilônia em 1595 a.e.c.

Os reis seguintes da Babilônia do Sul (“Sealand”) foram Itti-lli-Nibi, Damiq-Itushu (que perdeu Uruk, Isin e Larsa para a Babilônia do Norte), Ishkibal, Shushshi, Gulkistar (talvez tenha assumido o governo da Babilônia do Norte, após a retirada dos hititas), Gishen (nome duvidoso, pois a tabuinha correspondente está danificada), Persgaldaramash, Adarakalamma, Ekurduana, Melamkurburra e Ea-Gamit (até 1460 a.e.c.), que foi destronado pelo rei cassita da Babilônia Agum III, de modo que as duas Babilônias foram reunificadas sob o poder cassita. Não mais existe a Suméria, extinta há quase 2 séculos.

 
Referências Bibliográficas

ARBORIO, A. M. Federico. Dos sumérios a babel - a Mesopotâmia: São Paulo, Hemus, 2004;

GIORDANI, Mário Curtis. História da Antiguidade Oriental. Petrópolis, Editora Vozes, 1969;

PESSOA P. Fernando. História da Suméria e sua relação com a origem: Recife, Livro Rápido, 2009.

Hammurabi | 1792 - 1750 a.e.c. | Sede de Governo: Babel
Hammurabi
Com Shamshi-Adad e seus dois filhos mantém as tradicionais ótimas relações. As cartas que trocam são cheias de frases gentis e promessas de favores recíprocos. Com Rim-Sin, que havia retomado Isin, não tinha nenhuma dívida: devia apenas evitar seus “apetites” e não fornercer-lhe nenhuma ocasião para saciá-los. Parece t...
   
 
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COMENTÁRIOS
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Andrei Que bom aqui foi o único site em que eu encontrei todo que estava procurando, Essa pesguisa é ótima pra estudo vlw.
Maceió
Postado em:
03/08/2010 - 21:55h
   
rosanha parabens pelo excelente trabalho.que Deus abençoe a todos e lhes capacitem cada dia mais.
fortaleza
Postado em:
30/07/2010 - 15:28h
   
caramuru ñ se deve duvidar de verdades historicas isso ´seria uma blasfêmia . ñ se esqueça disso !!!
rio de janeiro
Postado em:
31/03/2010 - 21:46h
   
Fallen Parabéns pelo exelente conteudo, a todos os participantes pelo exelente trabalho, alah os abençoe
Rio de Janeiro
Postado em:
11/03/2010 - 11:41h
   
Silvio Luiz este site é maravilhoso, muito bem ilustrado, belas explicações... Realmente bom
Belford Roxo, RJ
Postado em:
11/01/2010 - 16:04h
   
Inês Eu não acredito que os jardins suspensos tenham existido
Porto Velho RO
Postado em:
29/12/2009 - 19:57h
   
Carlos Maranhão Impressionte os feitos de Nabocodonosor II, sobretudo suas obras arquitetônicas.
Piracicaba SP
Postado em:
27/12/2009 - 15:46h
   
Sheyla Andrade Belo Site! É notável como os babilônios contribuíram para o mundo moderno.
Rio de Janeiro - RJ
Postado em:
26/12/2009 - 22:32h
   
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